
A casa vê a operação antes de escolher.
- Uma conversa de 40 minutos com a diretoria.
- A apresentação operacional, com a plataforma ao vivo para a área médica e a TI.
A Plataforma PGS para as equipes que a casa já tem, a Inteligência de Dados sobre a carteira inteira e a APS Digital (atenção primária à saúde, a distância) onde as equipes não chegam. Em gestão de saúde desde 2008.
A equipe da casa cuida de quem chega até ela. O crônico do interior, quem só aparece no pronto atendimento e quem nunca foi encontrado ficam fora do alcance dela entre um atendimento e o próximo. É nesse intervalo que a internação se forma.
Leitura de carteira real, 22 mil pessoas.
Resultado operacional negativo da modalidade (evidência de mercado: ANS, a Agência Nacional de Saúde Suplementar).
No mercado, 15,2%. Essa faixa responde por 51% do custo assistencial das autogestões (evidência de mercado: ANS).
Exemplo ilustrativo, com números criados para mostrar a lógica.
Fundação Beta, 12 mil vidas, 31% com 60 anos ou mais, R$ 610 por vida ao mês. No ano anterior ao contrato, o custo subiu 14%. A Beta mantém o ambulatório e a equipe, entra com a plataforma e a Inteligência de Dados, e com a APS Digital só no interior.
Na primeira leitura da carteira, feita na implantação, a NAGIS abre essa alta e projeta o orçamento com faixa de erro, descontado o que é passageiro: os 4% mais caros de um ano custam de 16% a 25% menos no seguinte, sem programa (leitura de carteira real). Por isso a régua é o digital twin (gêmeo digital, o modelo do que a carteira deveria custar), não o ano anterior.
R$ 87,8 milhões de custo por ano. Em linha reta, o orçamento iria a R$ 695 por vida ao mês.
A primeira leitura da carteira abre a alta em quatro componentes: 8 pontos são inflação médica, 3 são o envelhecimento da carteira, 2 são oncologia, com os 9 casos identificados, e 1 ponto, R$ 880 mil, é um pico passageiro.
Além da alta, R$ 9 milhões do custo do ano anterior estão em 240 casos agudos de alto custo, tratamentos com começo e fim, e 40 deles, entre os mais caros, já terminaram: R$ 1,8 milhão que deixa de entrar no orçamento como custo permanente. Na Sigma, carteira real de 19 mil vidas, a queda foi ainda maior: os 4% mais caros custaram 28% menos um ano depois, sem programa (leitura de carteira real).
O digital twin (gêmeo digital) da carteira, o modelo que diz quanto ela deveria custar sem cuidado, projeta o orçamento com o cuidado em faixa larga, própria do porte: de R$ 600 a R$ 640 por vida ao mês. Entre orçar R$ 640 e R$ 695 há R$ 7,9 milhões de diferença, com a faixa ao lado: diferença de orçamento, não economia medida. Economia só se afirma depois de medida, a cada dois meses, nas pessoas acompanhadas.
A APS Digital da NAGIS entra só para o interior, onde o ambulatório da Beta não chega, sob a gestão da superintendência. No relatório, o ambulatório e a APS Digital aparecem lado a lado, medidos com a mesma régua.
A alta de 14%, aberta em quatro componentes, em pontos
O orçamento do próximo ano, por vida ao mês
R$ 7,9 milhões entre orçar R$ 640 e R$ 695, com a faixa ao lado. Diferença de orçamento, não economia medida.
A Inteligência de Dados lê a base que você já tem, anonimizada, em quatro passos: dois para achar cedo, dois para provar. Na Beta, é o que projeta R$ 600 a R$ 640 por vida ao mês, contra R$ 695 em linha reta.
Quanto cada beneficiário deveria custar e usar, pelas pessoas de mesma idade, sexo e padrão de uso na base anonimizada da NAGIS, que chamamos de Hub: cerca de 1 milhão de vidas.
Quem custa ou usa mais do que o seu digital twin tem mais chance de internar ou de entrar entre os mais caros, e entra na lista de quem a sua equipe procura primeiro, ou da APS Digital, no grupo dela.
Mostra qual método prevê melhor quem vai custar mais e internar: o método em uso (campeão) ou o digital twin (desafiante).
O relatório compara internações, pronto atendimento e custo das pessoas acompanhadas com as parecidas que ainda não entraram, com faixa de erro, programa a programa. O conselho confere.
Somados, os digital twins de cada pessoa formam o digital twin da carteira: o esperado contra o qual tudo é medido. O esperado ajusta por idade, sexo e padrão de uso: consultas, exames, procedimentos, terapias e internações, pessoa a pessoa, na base anonimizada do Hub (o Hub Nacional de Cuidado Contínuo, cerca de 1 milhão de vidas, de contratos cujos dados a NAGIS lê). Nunca só por idade e sexo.
A partir do primeiro ano, o desfecho de cada grupo também recalibra a comparação: o que aconteceu com cada grupo volta anonimizado para o Hub, e a comparação fica viva. É contra esse esperado que o custo de cada região, grupo e programa é lido, com a faixa de erro ao lado (a oscilação natural mediana é de 7% ao ano nas carteiras de 5 mil vidas ou mais da base anonimizada do Hub; leitura de carteira real).
A carteira comparada ao mercado: cada região, cada grupo (titulares, dependentes, agregados, faixas de idade), cada programa e a carteira inteira, sempre em grupo, nunca por pessoa.
A lista de um ano antes contra o ano real. Em 342 mil pessoas da base do Hub, de 2024 para 2025, listas com 4% de cada carteira testada (13.682 pessoas), feitas só com o ano anterior, contra quem de fato ficou entre os mais caros no ano seguinte. Detecção, não economia.
Ao acaso, 4%. A faixa vai da carteira em que o modelo acertou menos à que acertou mais (resultado da NAGIS).
A regra mais comum: quem custou mais entra na lista. Acertou de 32% a 51%.
Quem custa ou usa mais do que as pessoas parecidas na base anonimizada do Hub. Acertou mais que a regra do ano anterior em cada carteira testada, e encontra também quem ainda não foi caro, que a regra não vê. É aí que a busca ativa chega antes da internação.
Contratada a Inteligência de Dados, o ensaio se repete nos dados da casa, e a sua equipe confere a lista no próprio banco. Antes do contrato, nenhum dado da casa.
O mesmo ensaio, no alvo das internações. Carteira real de 19 mil vidas, listas com 4% da carteira feitas só com o ano 1: o digital twin (desafiante) apontou 26% das 3.692 internações do ano 2 (967); os mais caros do ano anterior (campeão), 23% (863). Entre o alerta e a internação, 3,7 meses (resultado da NAGIS). O ensaio mede detecção; a economia é medida depois, na operação, pela Contraprova.
Os estudos que sustentam as seis linhas de cuidado da APS Digital: hipertensão, diabetes, oncologia, insuficiência cardíaca, ortopedia e saúde mental. São estudos de mecanismo, evidência de mercado, não resultado da NAGIS. Cada item abre a publicação original.
Quero a conversa de 40 minutosVer o ensaio às cegas em detalhe
Três recursos. A Plataforma PGS é a base e recebe a carteira inteira. A Inteligência de Dados e a APS Digital entram sobre ela, junto ou depois, e a casa escolhe a ordem.

O sistema que a sua equipe opera, da busca ativa ao registro de cada contato, com o convite em nome da casa e o registro do consentimento. Implantado em até 45 dias, integrado ao sistema da casa.
Os quatro passos acima, entregues por um núcleo da NAGIS ao lado da sua equipe: a lista de quem procurar primeiro, protocolos ao lado dos da casa e, a cada dois meses, o resultado de cada programa.

A equipe clínica da NAGIS, com gerente de cuidado que o beneficiário conhece pelo nome e médicos de retaguarda, por telefone, mensagem e vídeo. Não substitui as equipes que a casa já tem: chega onde elas não chegam.
O sistema em que a sua equipe trabalha todo dia, com a carteira inteira carregada e conciliada com o cadastro da casa. Implantação em até 45 dias: carga da base, conciliação, parametrização dos protocolos e treinamento.
Um núcleo da NAGIS, com médico de protocolos, cientista de dados e gerente de operações, entrega quatro coisas: três todo mês e o relatório a cada dois meses. Na implantação, o ensaio às cegas nos dados da casa e a primeira leitura da carteira.
Você define o grupo em contrato: uma região ou um grupo, como os maiores de 50 anos do interior, uma linha de cuidado, as pessoas que nenhum programa encontrou. Ela trabalha na mesma plataforma, sob a sua gestão e com a sua marca, e aciona a rede credenciada quando o protocolo pede.
Três regras escritas no contrato antes do primeiro dia: o crédito é de quem conduz, a APS Digital só entra onde a equipe não chega, e a gestão segue com a casa.
Nomeado no relatório, com o nome de quem conduz. O crédito é de quem conduz.
Região ou grupo definido em contrato, como os maiores de 50 anos do interior, ou um programa novo (crônicos, idosos, uma linha que a casa ainda não cobre) sem a casa contratar equipe. A APS Digital não entra onde a sua equipe já está.
Prioridades, linhas de cuidado, região e ritmo são seus. O sistema da casa continua, integrado à plataforma.
Implantação, ano e conselho, medidos com a mesma régua. Os três vêm com a Inteligência de Dados; só com a plataforma, a sua equipe tem os painéis e o registro de cada contato.

Na implantação, o ensaio às cegas conferido pela sua equipe no próprio banco. Depois, a primeira leitura: o custo de cada região e grupo contra o esperado.

A cada dois meses, um relatório por programa, os da casa inclusive: pessoas acompanhadas, internações e pronto atendimento contra pessoas parecidas que ainda não entraram.

No fechamento, o custo real do ano contra o que o digital twin projetava sem os programas, com a faixa de erro. A mesma conta da primeira leitura, um ano depois.
Feita na implantação, depois do contrato, com o dado mais completo, que é da casa: o extrato com despesa por pessoa.
O custo por vida de cada grupo (titular, dependente, faixa etária, região) comparado com carteiras parecidas na base do Hub. Responde: o nosso custo está alto para o perfil que temos?
Quanto do custo veio de poucos casos caros e quanto desse grupo cai sozinho no ano seguinte (leitura de carteira real). É o pico que não entra no orçamento como permanente.
O mapa dos programas da casa, quem cada um alcança hoje e a regra com que cada um vai ser medido, e onde cada recurso entra: a plataforma para as equipes da casa, a inteligência sobre a carteira e a APS Digital onde elas não chegam.
A regra de comparação de todos os programas, os da casa inclusive, escrita antes de qualquer resultado, com a faixa de erro de cada número e o que o nível de dado recebido permite afirmar.
Sem precisar do diagnóstico de cada pessoa: o padrão de uso já diz quem precisa de cuidado. Leitura de carteira real, anonimizada: 897 pessoas, os 4% mais caros, eram 64% do custo, e as regras de uso classificaram 83% delas em grupos de cuidado. É por onde começa a sua equipe e, no grupo dela, a APS Digital.
Regras declaradas antes de rodar: internações repetidas, idas frequentes ao pronto atendimento, exames pedidos de forma persistente (como a hemoglobina glicada do diabetes), consultas frequentes numa mesma especialidade, procedimentos cirúrgicos relacionados, oncologia, cuidado domiciliar.
O modelo de risco de cada pessoa ordena a fila: quem a equipe procura primeiro nesta semana. Essa ordem é assunto só da equipe clínica.
A gerente de cuidado faz o contato direto, acolhe, convida em nome da casa, registra o aceite e inclui a pessoa na linha de cuidado certa. Com a plataforma, quem liga é a sua equipe; onde a APS Digital entrar, a equipe da NAGIS.
Seis por ano, sempre nas mesmas três camadas e nesta ordem. O mesmo relatório serve ao financeiro e a quem recebe as reclamações: o custo de cada grupo contra o esperado, e o que aconteceu com as pessoas.
Da sua equipe e, onde a APS Digital entrar, da APS Digital: pessoas encontradas pela busca ativa, acolhidas e em programa, aceite do convite, alertas resolvidos e a qualidade de vida medida pelo próprio paciente.
Internações, idas ao pronto atendimento e custo por vida de cada grupo contra o esperado para o perfil, com a oscilação normal. O desvio aparece meses antes de virar orçamento.
Em janela de 12 meses, atualizada a cada relatório: as pessoas acompanhadas contra pessoas parecidas da casa que ainda não entraram e contra as da base do Hub, com a regra de comparação escrita antes: quem é comparado com quem e o que conta como efeito ficam registrados antes de olhar o resultado.
Cada número chega ao conselho já desafiado, com o nome de cada programa ao lado do resultado dele.
A inflação médica, contra a referência de mercado; o envelhecimento da carteira; as linhas de alto custo, como oncologia e terapias do neurodesenvolvimento; e o pico passageiro, que cai sozinho e sai do orçamento.
Da casa e, onde a APS Digital entrar, da APS Digital, com o mesmo método e publicado com efeito ou sem.
O custo real contra o digital twin da carteira, com faixa. Afirmável a partir de cerca de 5 mil vidas; abaixo disso, o resultado nas pessoas acompanhadas, contra pessoas parecidas não acompanhadas.
Com e sem cuidado, por grupo, como base do orçamento do ano seguinte e da contribuição.
Dezenas de operadoras atendidas desde 2008. Os casos que podemos mostrar, em vídeo curto, com legenda.
Dr. Marinalvo PereiraPresidente da APAS
AutogestãoAPAS Bauru, autogestão privada dos policiais militares de SP, cerca de 8 mil vidas. No vídeo, o presidente, Dr. Marinalvo Pereira, afirma a economia anual e chama o programa de essencial.
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Marcius BeltrãoPrefeito de Penedo, Alagoas, à época
Gestão públicaResultado da operação da NAGIS em Penedo, Alagoas, comparando os mesmos doentes crônicos antes e depois de entrarem no programa, como o resumo descreve. Publicado como resumo de congresso na BMC Health Services Research, 2019 (resultado da NAGIS).
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SBT ParanáReportagem de 14/02/2025Reportagem sobre a gestão de saúde operada pela NAGIS.
Abrir no YouTube →Dezenas de operadoras, autogestões e governos atendidos desde 2008, com equipe clínica própria. Os casos acima são os que podemos mostrar. Cada prova entra com a etiqueta que diz de onde ela vem, e os números de mercado deste site são evidência de mercado, não resultado da NAGIS.
Os logos com link abrem a fonte.
Continuam com vocês, e quem conduz cada programa continua conduzindo. A Plataforma PGS dá à sua equipe a busca ativa e o registro de cada contato; a Inteligência de Dados mede cada programa com a mesma régua; a APS Digital entra só onde as suas equipes não chegam.
Por idade, sexo e padrão de uso (consultas, exames, procedimentos, terapias e internações), pessoa a pessoa, na base anonimizada do Hub, cerca de 1 milhão de vidas. Depois do primeiro ano, o desfecho real da sua carteira recalibra a comparação.
Sim. A Plataforma PGS é contratada sozinha, para as equipes da casa. A Inteligência de Dados e a APS Digital podem entrar junto ou depois, na mesma plataforma, e a APS Digital só no grupo que a casa definir.
Por programa, contra pessoas parecidas que ainda não entraram; no custo total, contra o digital twin da carteira, a partir de cerca de 5 mil vidas. A regra de comparação fica registrada antes de olhar o resultado, com a faixa de erro ao lado, e o relatório sai a cada dois meses.
Antes do contrato, nenhum dado da casa: a prova é o ensaio na base do Hub. Depois, a extração mensal que o sistema da casa já exporta, liberada na primeira semana, e, onde a APS Digital entrar, o convite em nome da casa e o aceite de cada beneficiário.
Mostramos o ensaio às cegas e como cada recurso entraria na sua casa. Sem dado da casa antes do contrato. Depois, a apresentação operacional, com a plataforma ao vivo, e a casa escolhe por onde começar.

