
A carteira envelhece todo ano. O custo não precisa subir junto.
A autogestão carrega o risco inteiro de uma carteira que fica mais velha e mais cara a cada ano. Segurar o custo assistencial só é possível com medicina preditiva e preventiva: encontrar cedo quem vai custar caro e cuidar dessa pessoa antes da internação. É o que a NAGIS faz há 18 anos, com resultado medido e publicado.

Encontrar cedo. Cuidar antes. Medir de verdade.
Toda autogestão sabe onde o custo está: nos 60 anos ou mais, nos crônicos descompensados, na oncologia, nas internações que se repetem. O que quase nenhuma tem é o mecanismo que muda essa conta: uma busca ativa que encontra, na base inteira, quem está a caminho de uma internação, e uma equipe que chega antes dela, seguindo protocolo, com resultado medido.
Medir de verdade é o outro lado. Quem tem programa de saúde costuma publicar atendimentos e satisfação. Quase ninguém publica desfecho: o que aconteceu com as internações, com o pronto atendimento e com o custo assistencial das pessoas acompanhadas, comparado com antes e com quem não entrou. A NAGIS mede isso por programa, com etiqueta do que é resultado e do que é projeção, e publicou o resultado em revista científica.
Depende de quem cuida das pessoas hoje
Inteligência de dados e método, com a sua equipe executando
A plataforma da NAGIS lê 100% da base e entrega à sua equipe a lista de quem precisa de cuidado agora, com prioridade. Os seis protocolos com resultado medido pelo paciente. A medição do resultado clínico e financeiro de cada programa. A sua equipe executa e o crédito é dela; a NAGIS entra com a inteligência, o método e a medição.
A Central de APS Digital da sua autogestão, operada pela NAGIS
Tudo do cenário ao lado, mais gerentes de cuidado com nome, enfermeiras e médicos de família da NAGIS, operando com a sua marca, de forma digital, para beneficiários em qualquer cidade. Se um dia quiser montar equipe própria, treinamos e transferimos.
Seis linhas de cuidado, com protocolo, gatilho e resultado
Protocolo, no modelo NAGIS, não é uma diretriz na gaveta. É uma cadeia fechada: um instrumento que a própria pessoa responde (o PROM, resultado relatado pelo paciente), um escore, uma faixa de risco, um gatilho e uma ação da equipe com prazo. O que gera economia não é o questionário; é a resposta rápida, que impede a complicação de virar internação. As referências abaixo são estudos publicados; os resultados da NAGIS estão na seção seguinte.
Pressão medida em casa, ajuste em 7 dias
Medição residencial de 7 dias e escala de adesão. Pressão fora da meta em dois ciclos: ajuste em 7 dias, validado pelo médico de família em 24 horas. O que evita: AVC, infarto, insuficiência cardíaca e renal. Referência: o programa da Kaiser Permanente levou o controle da pressão de 44% para 90% dos hipertensos em 12 anos (Jaffe, JAMA 2013).
Meta trimestral, pé, rim e retina
Hemoglobina glicada a cada 3 meses, rastreio de rim, pé e retina, e triagem de depressão. Fora da meta: intensificar em 14 dias; úlcera no pé: 24 a 48 horas. O que evita: diálise, amputação, cegueira. Referências: prevenção com mudança de hábito reduziu 58% os novos casos (DPP, NEJM 2002); cuidado intensivo somou quase 8 anos de vida (Steno-2).
Sintomas relatados durante o tratamento
Questionário de toxicidade nos dias 3 e 7 e toda semana, com alarme. Febre: resposta em 2 horas; toxicidade grave: navegador em 24 horas. O que evita: pronto atendimento e internação por toxicidade. Referências: hospitalização de 32,5% para 20% com monitoramento de sintomas (Texas Two-Step, JCO CCI 2023); sobrevida de 26 para 31 meses (Basch, JAMA 2017).
Peso diário e questionário mensal
Ganho de mais de 2 kg em 3 dias ou piora no questionário: teleconsulta em 6 horas e diurético por protocolo. O que evita: reinternação em 30 dias e UTI. Referências: internações por IC caíram 68% e idas à emergência 66% (Cruz, Arq. Bras. Cardiol. 2022); mortalidade 7,9 contra 11,3 por 100 pessoas-ano (TIM-HF2, Lancet 2018).
Cirurgia só para quem vai melhorar com ela
Nem toda dor no joelho ou no quadril precisa de prótese, e uma cirurgia que não resolve custa duas vezes. Escala de Oxford antes e depois, aos 3, 6 e 12 meses. Indicação cirúrgica com escore alto: segunda opinião obrigatória; escore intermediário: 12 semanas de tratamento conservador. O que evita: cirurgia de baixo valor e reabilitação institucional. Referências: 74% dos indicados para prótese de joelho não operaram em 12 meses com tratamento conservador (Skou, NEJM 2015); pacote de artroplastia reduziu 3,1% do gasto (Finkelstein, NEJM 2019).
Depressão medida a cada 4 semanas
PHQ-9 a cada 4 semanas, com plano de segurança e painel quinzenal com psiquiatra. Sem queda de 50% em 4 a 6 semanas: sobe o degrau de cuidado. O que evita: afastamento e o abandono do tratamento das outras doenças crônicas. Referências: resposta de 45% contra 19% no cuidado colaborativo (IMPACT, JAMA 2002); retorno de 4 para 1 em depressão e ansiedade (Chisholm, Lancet Psychiatry 2016).
Os estudos citados, para conferir
Cada item abre a publicação original. Os números são de estudos de mecanismo; quanto valem na sua carteira depende de quantos casos existem hoje na sua base, e é a primeira pergunta que o diagnóstico responde.
Omena, Marques e cols., BMC Health Services Research 2019 · resumo A27, PenedoOnde já fizemos isso
Separamos o que é resultado da NAGIS do que é evidência de mercado. Quem recebe muita proposta merece saber de onde vem cada número.
Resultado em cliente da NAGISAPAS, autogestão da Polícia Militar de São Paulo
Economia de R$ 7 milhões por ano, afirmada em vídeo pelo presidente, Dr. Marinalvo Pereira: "Acompanho o trabalho de medicina preventiva da NAGIS Health e entendo ser esse programa essencial."
Resultado da NAGIS, publicadoPenedo, Alagoas
90% menos idas ao pronto atendimento e 56% menos internações entre doentes crônicos, que concentram cerca de metade do gasto de um plano. Publicado por nós na BMC Health Services Research, 2019, resumo de congresso.
Execução em operaçãoPlano de saúde do Hospital Evangélico de Londrina
Plataforma, protocolos e coordenação da equipe de gestão de saúde do plano, com resultado sustentado há três anos. As gerentes de cuidado conhecem cada paciente pelo nome, e vice-versa.

ReconhecimentoTechEmerge 2018
Selecionada pelo programa TechEmerge do IFC, órgão do Banco Mundial, para transferência de tecnologia em saúde.
Três coisas que o conselho vai perguntar, respondidas
Resultado clínico e financeiro medido, por programa
Mesmo quem já tem gestão de saúde raramente consegue dizer quanto economizou. A NAGIS mede cada programa com a mesma régua: custo assistencial, internações e pronto atendimento das pessoas acompanhadas, antes e depois e comparados com quem não entrou; qualidade de vida pelo próprio paciente (PROM); e a etiqueta em cada número, o que é resultado medido e o que é projeção. É a metodologia que gerou o resultado publicado de Penedo.
Relatório para o conselho
A RN 649/2025 da ANS exige conselho de administração e conselho fiscal com beneficiários e patrocinadores participando. Esse conselho vai pedir o que hoje quase nenhuma autogestão tem: um relatório trimestral, por grupo, que mostre quem está sendo cuidado, o que melhorou e quanto custou. A NAGIS entrega esse relatório pronto.
Integração, não substituição
A plataforma se conecta ao sistema em que a utilização já é registrada. Sua equipe, sua rede credenciada e seu sistema de gestão continuam. Beneficiários espalhados pelo país são alcançados de forma digital, sem estrutura física nova.

Só a equipe clínica vê o individual
A autogestão é a operadora e controladora do dado. O dado individual fica com a equipe clínica, da NAGIS e da própria autogestão, porque a lei reserva isso a profissionais de saúde. Diretoria, conselho e patrocinador veem grupo, com mínimo de 30 vidas e em faixas, nunca pessoa. O que é oferecido é acompanhamento de saúde e alerta de cuidado.
O contato ativo com o beneficiário só acontece com o Passaporte de Cuidado assinado. O Passaporte é o termo que cada beneficiário e dependente assina e leva consigo: diz quem vê o quê, garante que ele pode recusar a qualquer momento sem perder nada, e faz o histórico de cuidado acompanhar a pessoa onde ela estiver.
Leia o Passaporte de Cuidado na voz de quem recebe →Quem já viu funcionar
Três vídeos curtos: o presidente de uma autogestão, a reportagem e o prefeito de um município que acompanhou a operação.
Autogestão · Polícia Militar de São PauloDr. Marinalvo Pereira, presidente da APAS
"Acompanho o trabalho de medicina preventiva da NAGIS Health e entendo ser esse programa essencial."
Abrir no YouTube →NAGIS no SBT Paraná
Reportagem de 14 de fevereiro de 2025 sobre a gestão de saúde operada pela NAGIS.
Abrir no YouTube →
Gestão pública · Penedo, AlagoasMarcius Beltrão, prefeito de Penedo
O município onde a NAGIS operou e publicou 90% menos idas ao pronto atendimento e 56% menos internações entre doentes crônicos.
Abrir no YouTube →

Reconhecida por quem avalia saúde no mundo
Selecionada em 2018 pelo programa TechEmerge do IFC, órgão do Banco Mundial, entre as healthtechs de referência, e certificada como solução govtech pelo BrazilLAB.
Publicado, reconhecido e noticiado
Resultado publicado em revista científica internacional, reconhecimento do Banco Mundial e cobertura da imprensa. Cada item abre a fonte.
Perguntas que a diretoria faz
Já temos clínica e equipe própria. Onde a NAGIS entra?
Na inteligência de dados, no método e na medição. A busca ativa sobre 100% da base entrega à sua equipe a lista de quem precisa de cuidado agora, com prioridade; os protocolos medem o resultado pelo próprio paciente; e o relatório mostra ao conselho quanto cada programa devolveu. A sua equipe executa e o crédito é dela. Se faltar braço, a NAGIS complementa por pessoa acompanhada.
Nossos beneficiários estão espalhados por várias cidades. Funciona?
Sim, e é para isso que a Central é digital. A busca ativa lê a base inteira, onde quer que a pessoa use o plano, e a gerente de cuidado acompanha por telefone, mensagem e vídeo, com médicos de família de retaguarda. Onde houver rede ou clínica própria, a Central encaminha; onde não houver, ela acompanha assim mesmo.
Como vocês medem a economia?
Por programa, sempre com etiqueta. Comparamos o custo assistencial, as internações e o pronto atendimento das pessoas acompanhadas antes e depois de entrarem, e com quem não entrou. Somamos a qualidade de vida medida pelo próprio paciente. Separamos o que é resultado medido do que é projeção. É a mesma régua que gerou os números de Penedo, publicados em revista científica.
Como se cobra?
Valor fixo por vida ao mês, por cenário, com piso. A proposta com os seus números sai depois da conversa de 40 minutos.
Uma conversa de 40 minutos
Presidente, diretor de saúde ou diretor financeiro: nos diga quantas vidas tem a carteira e se já existe clínica ou equipe própria. Voltamos com o desenho do cenário certo.




